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sábado, 30 de maio de 2020

Drogas entre livros e cadernos







Meus amigos leitores, você vai encontrar nestas matérias escaneadas, da antiga revista plenitude, assuntos de muita importância que os senhores(a) vão gostar e ser úteis para a sua vida. Confirma o bispo Geraldo Vilhena.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

O flagelo da cocaína

O flagelo da cocaína







O flagelo da cocaínaUm levantamento feito pela Secretaria Estadual da Saúde, de São Paulo, aponta que o número de mulheres internadas por consumo de cocaína cresceu 91% no estado. A pesquisa considerou o número de internações na rede ligada ao Sistema Único de Saúde (SUS) de 2006 a 2008, quando as internações quase dobraram: aumentou de 365 para 696 no ano passado. Segundo Luizemir Lago, diretora do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), o salto nas internações reflete o aumento da oferta por tratamento. Por outro lado, segundo ela, “as mulheres estão sofrendo com o vício ainda mais jovens, o que compromete, em muito, sua capacidade de trabalho em um momento em que elas estão ainda em início da carreira profissional”. A boa notícia é que, se comparado há 10 anos, as mulheres estão procurando ajuda mais cedo. “Antes, elas chegavam em estado lastimável, com a saúde bastante comprometida pelo efeito da droga”, diz Luizemir. Embora o número de internações de mulheres tenha crescido, elas continuam minoria em comparação aos homens. “Dos consumidores da cocaína, 70% são do sexo masculino.”




Deus não fará o papel de mãe no seu lugar
Mães e filhas recebem orientações preciosas em palestra realizada em todo o Brasil


























O ensinamento que dá título a essa matéria foi um dos temas da Palestra para mães e filhas, que reuniu, neste domingo (27), milhares de mulheres nas capitais de todo o Brasil. O evento, organizado pelo grupo Godllywood, trouxe uma direção especial para as mães que têm tido dificuldades para lidar com os seus filhos.


Na zona leste de São Paulo, o encontro foi conduzido pela palestrante Fátima Bassini, na Universal do Brás, que, entre outros pontos, tratou sobre o verdadeiro papel de uma mãe: “Não é porque você está buscando a Deus em favor dos seus filhos que Ele fará o papel de mãe no seu lugar. Deus conta com a sua colaboração, e além de confiar nEle é preciso que você pare de usar os métodos errados, tentando mudá-Lo de forma forçada.”


Durante a palestra, Fátima destacou alguns preceitos fundamentais para que esse papel seja bem desenvolvido por uma mãe.


“Pais, não irriteis vossos filhos, para que eles não fiquem desanimados.” Colossensses 3.21


Ao ler o versículo acima, a palestrante explicou que quando a mãe irrita o seu filho só o afasta ainda mais de sua influência. Estar mais presente na vida dele, ser menos crítica e fazer do seu lar um lugar onde ele deseje estar foram outras lições abordadas.





Houve também o momento em que mães e filhas puderam participar de uma oração especial. Foram chamadas à frente do altar aquelas que reconheciam que eram temperamentais e admitiam que estavam dificultando o convívio em casa. Ali deixaram as suas angústias e, como aprenderam, decidiram entregar seus filhos aos cuidados de Deus e passar a agir com um amor paciente.

















Briga por dinheiro pode motivar o divórcio?
Veja o que fazer para que isso não aconteça









Existem vários fatores que podem decretar o fim de um relacionamento: mentiras, ciúmes, interferência das famílias do casal, problemas emocionais. Outro elemento que pode acabar com o casamento são as brigas relacionadas a assuntos financeiros.


E os casais que discutem sobre dinheiro estão mais propensos a se divorciar do que aqueles que têm como principal razão das brigas temas como sexo, crianças e sogros. Pelo menos é o que diz uma pesquisa recente divulgada no site do jornal britânico Daily Mail.


Quando se trata de relacionamento, o dinheiro realmente é algo importante, pois é o maior indicador de um divórcio. O estudo acompanhou 4,5 mil casais por vários anos e descobriu que o estresse causado pelas finanças lidera o topo da lista dos motivos de separação entre homens e mulheres.


A pesquisa mostra ainda que as desavenças sobre dinheiro são mais intensas e demoram mais do que quando o foco são outros tipos de argumentos.


Outra descoberta dos pesquisadores foi que este tipo de discussão desencadeia palavras mais duras. A conclusão se mostrou verdadeira independentemente da renda dos casais ou do nível de endividamento.


Como evitar?


Sobre o divórcio, o bispo Renato Cardoso afirma, em uma postagem em seu blog, que as pessoas costumam não enxergar a verdadeira causa do problema. “As pessoas hoje em dia estão casando só com o corpo. Às vezes, nem o corpo. Elas se casam, mas não se entregam. Não tem como um casamento funcionar assim. Não existe mágica para fazer um casamento funcionar. Além do amor, também é preciso dedicação, responsabilidade e respeito”, diz. 


O bispo considera que é preciso analisar friamente todas as atitudes, de ambas as partes, e ver onde é possível melhorar, antes que o relacionamento acabe. “Não existe varinha mágica. Sonhos não se realizam com mágica. Os sonhos se realizam com muito trabalho e dedicação”, conclui.





Mulher: Trabalhar ou cuidar dos filhos?
O que você precisa saber sobre essa relação










Desde os tempos mais remotos, as mães são as principais responsáveis pelos cuidados e pela educação dos filhos. Na sociedade atual, entretanto, uma grande parte das mulheres precisa trabalhar fora, estudar e, ainda assim, dar atenção à sua família. Alguns acreditam que essa necessidade de estar fora de casa por tanto tempo pode prejudicar a educação das crianças, mas não é isso que Harvard diz.


Uma pesquisa recente realizada pela Universidade de Harvard (EUA), uma das mais renomadas no mundo, mostra que filhos cujas mães trabalham fora de casa tendem a ser mais responsáveis e autônomos.


Esse estudo analisou os dados de mais de 50 mil pessoas, de 25 países, com idades entre 18 e 60 anos. O resultado também mostrou que meninas que cresceram com mães trabalhando para fora ganham mais do que aquelas que tiveram as mães dentro de casa durante toda a infância. Essa diferença salarial, nos Estados Unidos, chegou a 23%.


Já uma análise de 69 estudos anteriores sobre o tema, mostrou aos pesquisadores de Harvard que as mães que trabalham fora criam filhos com menores problemas de aprendizagem. Ou seja, esses alunos são mais bem-sucedidos nos estudos.


O mundo dentro de casa


Esses estudos, entretanto, não menosprezam a importância da mulher dentro de casa. Em geral, as crianças que obtêm mais sucesso, tanto na vida sentimental quanto na vida educacional, têm suporte de seus pais dentro de casa.


Por isso é importante saber equilibrar o mundo externo com o mundo familiar. Em entrevistas, a escritora Cristiane Cardoso afirma que é possível uma mulher ser bem-sucedida financeiramente e também na vida amorosa, desde que saiba encontrar o equilíbrio.


“O problema é que, normalmente, a mulher pensa que está priorizando o que é importante e, na verdade, está mesmo é priorizando o que não é”, afirma ela. “Daí realmente não consegue conciliar tudo de uma vez”.


Há muito tempo, estudos já apontam que trabalhar demais é prejudicial para si e para sua família. Uma pesquisa publicada no Journal of Management, por exemplo, revelou que os filhos de quem trabalha mais do que deveria têm mais chances de desenvolver depressão ou ansiedade do que filho de alcoólatras.


“Não é preciso deixar a família de lado para ser uma pessoa bem-sucedida, basta priorizar bem”, afirma Cristiane. “A dica é escolher as coisas na hora certa”.


Dicas simples podem fazer muita diferença: 
Não levar trabalho para casa; 
Não checar o e-mail o tempo todo; 
Tirar férias, folgas e fins de semana para se dedicar exclusivamente à família; 
Dar atenção aos estudos e aos momentos de lazer das crianças. 


Dessa maneira, é possível conciliar carreira e boa educação dos filhos. Para aperfeiçoar a relação que tem com seus filhos, vá até a Transformação Total de Pais e Filhos, que acontece todos os domingos no Templo de Salomão, às 18h.







Quando a pessoa ela realmente quer mudar de vida ela procura ajuda como fez este jovem ex-interno da Fundação Casa . Diz o Bispo Geraldo Vilhena.




































O grupo CALEBE de OSASCO, não para. Sempre trabalhando: Asilos,núcleos,atividades em geral.Diz o Bispo Geraldo Vilhena.





































































































































Que Deus abençoe a todos.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Elas estão bebendo cada vez mais

Elas estão bebendo cada vez mais

Impressionar o parceiro e se tornar mais atraente têm sido os principais motivos

É difícil imaginar uma criança com apenas 12 anos de idade ingerindo bebida alcoólica, mas era exatamente o que acontecia com a hoje autônoma Didione Salustiano da Silva (foto abaixo), de 23 anos. Segundo conta, ela experimentou bebida alcoólica porque via o pai bebendo. Para ela, beber era “divertido”, pois, embora fosse tão pequena, já se sentia vazia. “Houve um período que passei a beber todos os dias e cheguei a ponto de ingerir tanta bebida que mal me lembrava do que fazia”, comenta.
Pesquisas comprovam que as mulheres estão bebendo cada vez mais e se equiparando, e até superando, aos homens nos últimos tempos. Independentemente do motivo, seja para chamar atenção do grupo que está inserida, seja para ser aceita ou até para se sentir mais atraente no quesito conquista, a verdade é que a bebida alcoólica tem sido uma constante na vida de muitas jovens mulheres.
















De acordo com um estudo realizado pela Universidade Loyola Marymount, nos Estados Unidos, 71% das participantes exageram nos drinques para impressionar o parceiro, 26% acreditam que os rapazes gostam mais de ter amizade com mulheres que bebem acima de cinco copos e 16% acham que se tornarão mais atraentes se beberem tanto quanto eles.
Didione relembra as consequências da bebida em sua vida. “Além de beber muito, passei a usar drogas e a me prostituir. Tive até um princípio de overdose, fui parar no hospital, o que deixou a minha família desesperada”, revela.
Já na vida de Joyce Peçanha Verissimo (foto abaixo), de 17 anos, a situação não foi diferente, mas a primeira experiência com a bebida alcoólica ocorreu por influência de um namorado que teve por volta dos 14 anos. “Se eu não bebesse, não conseguiria permanecer no grupo que eu fazia parte eu era roqueira. Como a minha família nunca autorizou nenhuma forma de vício, quando ia beber, eu mentia e dizia que ia para a casa de amigos. Ingeria qualquer coisa que me davam, assim permaneci até os 16 anos”, destaca.
Embora estivesse entrosada com os amigos, Joyce garante que não era feliz e só agia assim porque não queria ficar longe deles. Mas as consequências do álcool foram ainda piores do que imaginava. “Fiquei atormentada, comecei a escutar vozes e a ver espíritos me chamando. Nessa mesma época, recebia muitos convites para ir à Universal, mas sempre dizia não, pois na minha cabeça a vida de um cristão era ‘chata e inútil’.
















De nenhuma forma atendia ao convite das pessoas, especialmente ao de uma obreira chamada Ângela, que orava constantemente por mim. Ainda durante uns dois meses permaneci assim até que a minha mãe, vendo o meu estado, chamou essa obreira em casa, que me encontrou em estado depressivo e com pensamentos de morte”, recorda-se a jovem.
Interação social
Tanto Didione como Joyce passaram por maus bocados. Enquanto uma bebia para chamar atenção e tentar preencher o vazio da alma, a outra “entrava no embalo” dos amigos. No entanto, em ambos os casos, as consequências não foram nada boas.
Para o psicólogo Luiz Ricardo Vieira Gonzaga, olhando sob o aspecto comportamental, o ato de beber significa uma interação social. “O consumo de álcool gera comportamentos sociais de interação com o outro e as mulheres supostamente se utilizam dessa ferramenta para poder atrair o parceiro. É importante dizer também que o consumo exagerado de álcool pode desencadear a dependência”, alerta o profissional. De fato, a dependência passou a fazer parte da vida das jovens citadas no início desta reportagem.
Didione lembra que não foi fácil se livrar dos vícios, mas que, por meio da fé em Deus, ela conseguiu superar tudo. Convidada pela irmã para participar de uma reunião na Universal, ela decidiu ir. “Há três anos estou curada, não bebo mais e hoje posso afirmar que tenho a paz que tanto procurava”, resume.
Joyce explica que, diante da situação, não lhe restou outra opção naquele momento a não ser buscar ajuda. “Comecei a frequentar as reuniões na igreja e de lá para cá sou uma nova jovem, transformada e livre de todos os males. Não bebo mais”, concluiu.









UNIVERSAL a UNIVERSIDADE da Fé, leva um teatro na Fundação CASA.

Em clima de muita alegria Voluntários da UNIVERSAL estiveram presentes, neste último sábado na Fundação Casa Franco da Rocha UI 25, levando alegria e vida, em mais um evento com várias atividades para os internos, seus familiares e funcionários. para dar início ao evento esteve presente Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, orou por todos os adolescentes e famílias presentes, e deu uma palavra sobre salvação, falou da importância do novo nascimento, e de ter um encontro com Deus.


em seguida chamou A CIA Teatral Força Jovem Brasil que apresentou uma peça com o nome O PALHAÇO, que emocionou a todos os presentes,

Em seguida Robson e Amauri narraram o próprio testemunho, com muita descontração e respondendo perguntas polêmicas sobre a esperiência que tiveram com as drogas e o mundo do crime.Robson disse também que no momento que fez uma aliança com Deus tudo mudou,hoje ele tem família constituida, casa,carro,emprego assim como também o Amauri.

Famíliares e internos se emocionaram no momento em que Robson mostrou o pedaço do corpo que ele havia perdido em virtude das drogas e que seria o único a sobreviver da quadrilha que havia formado para manter o vício.

Robson fez um convite aos internos para também fazerem esta aliança e de joelhos todos fizeram uma oração, pedindo perdão e esquecendo o pasado para começar ali uma vida nova.

Para finalizar o evento os adolescente e família foram servidos doces e refrigerante, ouvindo lindas canções Kaline Santos.

Grupo de teatro Força Jovem Brasil canta e dança com os internos e famílias veja no vídeo.


Os funcionários agradeceram a presença da IURD , pois em cada evento realizado mostra-se uma diferença no comportamento dos adolescentes.