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quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Como a pornografia prejudica a vida das mulheres

  Como a pornografia prejudica a vida das mulheres

Saiba como proteger o seu casamento dos conteúdos eróticos e aprenda como se livrar do vício



Curiosidade, medo, insegurança, ilusão. Estes são alguns sentimentos que fazem com que muitas mulheres aceitem a pornografia em suas vidas, seja para consumo próprio, seja por influência do parceiro. A mídia divulga que assistir esse tipo de conteúdo é algo normal e que ele ajuda a apimentar a relação do casal. Essa informação é falsa, porque o que a pornografia traz para a vida dos casais se resume a uma única palavra: destruição.

Nos vídeos, mulheres e homens com corpos esculturais mostram cenas de prazer que envolvem orgias, pedofilia e fantasias. Os atores são pagos para interpretá-las e, na maioria dos casos, são pessoas depressivas e que gostariam de ter outra vida. Então, por trás da imagem que mostra o sexo fantasioso, existe muita solidão.
Para Bárbara Dalcanale Menêses, psicóloga, sexóloga e palestrante, é preciso entender que há muitos mitos em relação à sexualidade e um deles é de que o homem tem necessidade de acessar a pornografia. “Algumas esposas acham que consumir pornografia faz parte do universo masculino e que elas têm que se submeter a esta situação. Então, a mulher tenta aceitar e acaba se calando para não criar atritos no casamento”, explica Bárbara.
Além de prejudicar a relação entre o casal e fazer com que a esposa se sinta um objeto, Maristela V. Botari, psicóloga especialista em relacionamentos afetivos, cita outra situação que é muito comum. “As mulheres também procuram a pornografia para ‘ganhar mais experiência’, praticar a masturbação e, normalmente, acabam se frustrando”, ressalta.
Quando a curiosidade prejudica
De acordo com dados divulgados por sites pornográficos, o Brasil é o País no qual mais mulheres acessam esse tipo de material. Enquanto em todo o mundo 22% dos consumidores são mulheres, aqui elas já representam quase 30%.
A empresária Daniela de Jesus Santos, de 36 anos, fez parte dessa estatística. Ela conta que por se sentir desvalorizada no casamento buscou assistir aos vídeos para chamar atenção do companheiro. “Assistia filmes eróticos na internet porque queria encontrar soluções para o relacionamento. Cheguei a comprar objetos em lojas de produtos eróticos. Tentava ser igual uma prostituta somente para agradá-lo”, afirma.
O parceiro dela também assistia e, para satisfazê-lo, Daniela o acompanhava. “Mas nada adiantava. Nossa relação só esfriava e achava que se não fizesse aquilo ele me trocaria por outra. Cheguei a tentar o suicídio duas vezes”, diz a empresária.
Mas, quanto mais assistia, mais depressiva ficava. “Cheguei ao ponto de ficar horas em frente ao computador, só pensava nas cenas. Sabia que aquilo era errado e decidi fazer o certo”, diz.
Ela diz que mudar não foi fácil. Ela queria parar de fazer uso dos conteúdos eróticos, mas o parceiro não quis abrir mão da pornografia. Assim, firme em sua decisão, Daniela resolveu terminar o casamento. “Joguei fora tudo que me ligava à pornografia. Deixei as velhas amizades, roupas, os lugares e passei a exercitar minha mente a ser diferente. Hoje estou feliz, em paz e tenho a consciência tranquila sem nada do que me acusar”, completa a jovem.
E o que fazer se o marido tem essa compulsão?
A cabeleireira Crislaine Oliveira (Foto ao lado), de 26 anos, descobriu os constantes acessos do marido no início do casamento. “Brigávamos muito por conta disso. Ele dizia que era normal, que eu tinha que aceitar e, com isso, perdi a autoestima. Ia dormir chorando quase todos os dias, pois sabia que ele ficava vendo aqueles vídeos madrugada afora”, lamenta.

Ambos sabiam que aquela prática era errada, mas, mesmo assim, não sabiam o que fazer para resolver o problema. “Meu esposo, Paulo, no fundo sabia que era prejudicial, porém as nossas brigas não o motivavam a parar. Até que eu tomei a decisão de aos poucos mudar as atitudes e parar de cobrá-lo”, revela.
Ela deixou de questioná-lo e, quando percebia que ele estava assistindo pornografia, sentava e conversava com calma sobre o que pensava daquela atitude. “Mostrei para ele que aquilo me fazia muito mal. Não foi da noite para o dia que ele conseguiu mudar, mas, depois da minha mudança, ele decidiu lutar para se libertar daquele vício”, diz.
Eles decidiram continuar casados e hoje descobriram a importância do amor inteligente para a saúde da relação. “Tanto o esposo quanto a esposa precisam sentir segurança um no outro e a pornografia é algo que só destrói. O Paulo não acessa mais e aprendemos a nos unir para enfrentar os problemas e construir um casamento feliz”, conclui.
Uma relação saudável e sem pornografia
Nanda Bezerra, escritora e palestrante, esclarece que hoje em dia com a facilidade de acesso à internet as pessoas consomem facilmente esse tipo de material que prejudica tantas famílias e, por isso, para ela, a mulher não deve aceitar a pornografia em nenhuma situação.
“É algo que leva você para o vício, para um abismo sem fim. Se você quer ter experiência, não assista, não se envolva com isso. Mas, se você já está viciada em consumir, se revolte e decida hoje mesmo parar. Corte o que está enfraquecendo você, seja radical”, aconselha.
Agora, quando é o parceiro quem persiste no erro e se recusa a deixar o vício, o diálogo é sempre o primeiro passo para ajudá-lo. Jamais aceite o errado por medo de perdê-lo.
Por que as mulheres consomem pornografia? 
Timidez
As mulheres encontram dificuldade de se expressar sexualmente, de conversar sobre sexo e sexualidade.
Inovação
Muitas vezes, elas buscam a pornografia para descobrir novas formas de dar prazer
ao homem, como poder variar posições, imaginando que todos os homens se estimulam dessa forma.
Curiosidade
Há jovens que têm o desejo de saber como é o sexo e buscam por meio de sites e vídeos algo que tire suas dúvidas.
Comparação
Muitas querem comparar o desempenho do ator ao de seu parceiro e acham que os vídeos podem ser uma forma de aumentar sua excitação.



O que as deboras da  UNIVERSAL fazem fora do Templo de Salomão na Fundação CASA.






 Grupo Débora é um grupo de esposas de bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus, que se unem para somar esforços, e aumentar ações solidarias, com o objetivo de ajudar o próximo, apoiam e incentivam instituições que prestam serviços à sociedade.


                         Bem cedinho nesta última terça-feira, uma equipe de fé esteve presente, na Fundação Casa Mooca ,Chiquinha Gonzaga, essa equipe composta por esposas de bispos e pastores da IURD, que tem por objetivo levar alento aos mais necessitados,  e o evento foi visto em todos os detalhes,dos arranjos da decoração, e todos os quitutes servidos neste dia.












 Dona Silvania Costa, deu início ao evento e disse: "todas nós temos uma história de vida. cada uma de nós temos um passado. Se a noite você conversa com seu travesseiro e pensa que não tem mais jeito, nós queremos somar alguma coisa na vida de vocês , Deus deu para cada uma de nós uma nova chance, e quer dar para vocês também, basta você querer, " 



quem esteve presente no  evento foi o   pastor Geraldo Vilhena coordenador Estadual de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez uma oração especial pela libertação das adolescentes e deu uma palavra sobre libertação das drogas disse: ele “O maior problema  que hoje a sociedade enfrenta são com as drogas,  e somente com a ajuda de de Deus é que se pode ter a libertação a pessoa tem que usar uma fé inteligente, se as drogas tem sido o seu problema maior, então recorra para o Senhor Jesus uma atitude pode  mudar sua vida.”

Dando continuidade ao evento foi a vez da palestra, com o auxilio do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos  quem começou o debate foi Robson ex-usuário de drogas disse ele: “ Comecei cedo no mundo das drogas achando que ia usar socialmente, com o passar do tempo  fiquei um dependente químico. Pastor Geraldo pergunta: Com quantos anos você começou no mundo do crime?  Robson: com 13 anos no tempo de escola fiquei curioso e fiquei também um dependente.   
O mundo das drogas ele te da aparentemente, mais depois vem o resultado  de uma plantação, com o passar do tempo se perde totalmente a dignidade. Pastor Geraldo pergunta? Qual foi a maior dificuldade que você teve para largar as drogas?  Ele responde: As amizades quando se ta na pior ninguém te procura, mais a primeira coisa se você sair daqui, eles vão aparecer no seu portãoPastor Geraldo diz: o que vocês adolescentes fizeram não chega nem aos pés do que este palestrante fez, a saída, é o querer de cada uma de vocês hoje você está aqui, é o melhor que o governo pode dar, mais falta nas suas vida o principal, que é ter um encontro com Deus, porque o problema maior é o espiritual, é somente com a ajuda de Deus é que vocês terão uma saída finalizou ele.


 . Entre as atividades apresentadas, teve uma linda peça teatral, que conta a história de um empresário que não tinha tempo para a família, somente para o trabalho e der repente se depara com a morte, e ele vê que não adiantou juntar tanto dinheiro.
 A festa ficou animada com a distribuição de muito bolo com refrigerante, as meninas dançaram ao som de uma linda apresentação musical apresentada pela Ana Paula, que com uma coreografia toda especial tocou no coração de cada uma das meninas. Funcionários da casa agradeceram a presença de todos os integrantes da IURD, são momentos assim que vale a pena fazer o bem, sem receber nada  em  troca a maior recompensa e ver as adolescentes sendo libertas e transformadas, e  no futuro também poderem dar o seu testemunho.                              




Que o Senhor Jesus abençoe a todos.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Será que você está sendo filmado?

Será que você está sendo filmado?

Golpistas usam sites pornográficos e aplicativos para fazer fotos secretas de usuários e chantageá-los com a publicação de suas imagens

O que muitos achavam ser um “inocente” aplicativo (ou app) de pornografia para smartphones é, na verdade, uma armadilha. De forma secreta, ele tira fotos dos usuários para depois chantageá-los, segundo divulgou uma empresa de segurança de dados dos Estados Unidos, a Zscaler.
Conforme publicado pela rede britânica BBC, o aplicativo insere um vírus que bloqueia o aparelho quando o dispositivo da câmera do celular é ativado. Depois, os operadores da armadilha virtual pedem um “resgate” de US$ 500 (cerca de R$ 2 mil) para o desbloqueio.
Esse tipo de crime cibernético é conhecido como ransomware (de ransom, resgate em inglês), que “sequestra” os dados do aparelho e ameaça apagá-los ou divulgar as imagens – inclusive íntimas – e a identidade dos usuários na web, caso eles não paguem o valor determinado. O aplicativo denunciado na matéria da BBC é somente mais um dentre vários que apareceram nos últimos anos. Alguns, inclusive, não apenas fotografam como gravam vídeos sem que as pessoas saibam. A mesma prática é utilizada por alguns sites pornográficos ou de sexo virtual, que se “apoderam” das câmeras de computadores e tablets. Em agosto deste ano, a Intel Security, outra empresa de segurança, afirmou que esse tipo de golpe aumentou 127% desde 2014, atingindo principalmente notebooks e desktops.
Segundo a Zscaler, o aplicativo mantém uma mensagem fixa na tela do celular atacado – com o pedido de resgate – e não adianta desligar e religar o aparelho. Os pesquisadores das empresas de segurança ouvidos na matéria da rede britânica sugerem que qualquer tipo de aplicativo só seja baixado diretamente de lojas conceituadas, como Google Play e App Store do iTunes. Eles orientam também a tomar muito cuidado com links recebidos para fazer download de aplicativos fora dessas lojas ou sites de empresas de confiança.
Perigo na vida real
Quem se esconde sob máscaras do mundo virtual sempre acha que está seguro e que sua identidade na vida real nunca será descoberta. Não é o que vemos acontecer a todo momento na mídia. Muitos casos de atitudes vergonhosas na web vêm à tona, destruindo a reputação dos usuários, custando seus empregos, sua credibilidade e até a própria vida, no caso de alguns que ficam tão envergonhados que se suicidam.
Sites e aplicativos desse tipo vendem uma ideia falsa de que sexo fácil – inclusive para pessoas casadas que querem aventuras fora do relacionamento – vale a pena e não trará consequências ruins. É claro que, para ganhar dinheiro, falam qualquer coisa que alguém queira ouvir. Mas o preço a ser pago vem depois. Muitas vezes, os danos são irreversíveis, pois uma reputação manchada, por exemplo, não é facilmente recuperada.
O sexo fora do casamento é um perigo tão grande que, hoje em dia, não faz mais diferença se ele ocorre no mundo real ou virtual, pois ambos oferecem riscos. Ele é um ato nobre quando feito com o respeito que merece, em que os envolvidos, o homem e a mulher, têm muito a ganhar.
Há um caminho para se chegar ao sexo respeitoso e saudável, que muitos esquecem ou não querem seguir passo a passo e preferem pegar os “atalhos” eletrônicos que são, no fim das contas, armadilhas para complicar ainda mais a vida.
E qual seria esse caminho? Começa com a amizade, seguindo para o companheirismo, a confiança, os sacrifícios que a união pede, o compromisso e a cumplicidade. Só depois de seguir todas essas etapas é que surgem as recompensas do prazer físico e psicológico da vida sexual saudável e realizada.
Esse trajeto exige esforço e dedicação. Quem o percorre pode usufruir das recompensas sem culpa, sem peso, pois vigia cada passo e blinda a relação, para que nenhum problema coloque tudo a perder. No fim das contas, tanto o caminho quanto as recompensas são prêmios merecidos para quem soube cuidar e zelar.
Uma vida sexual benéfica, afinal, é consequência das atitudes das duas pessoas envolvidas. E ninguém consegue isso com vídeos pornôs ou com acesso a sites e aplicativos maliciosos. (Veja o que os especialistas têm a dizer sobre os prejuízos da pornografia na página 16.)




Próximo do Templo de Salomão os voluntários da UNIVERSAL ofereceram um almoço para as famílias dos internos da Fundação CASA.



A base de uma sociedade feliz é a família, se uma família vai mal, tudo ao seu redor vai mal, e foi pensando nisso que o Pastor Geraldo Vilhena, está realizando um projeto, voltado para as famílias dos internos, todo primeiro domingo de cada mês, famílias são recebidas, com carinho para uma confraternização, um almoço oferecido pelos voluntários da IURD,neste ultimo domingo, foi muito mais que especial, 




Um assunto que sempre é passado é que o maior problema das famílias é espiritual e que a unica saída é uma libertação e que só o Senhor Jesus pode realizar.




 Amauri Figueiredo e Robson de Freitas (BLOCO DE AJUDA AOS DEPENDÊNTES QUIMICOS), ambos com envolvimento com drogas e tráfico Amauri conta que havia muitos conflitos , dentro de casa, meu pai não aceitava , minha mãe, conheceu JESUS e tudo mudou, comecei a ver minha mãe como minha amiga.  Robson diz que várias vezes tentou parar de usar as drogas , mais não conseguiu, foi só com ajuda de Deus, conseguiu sair do fundo do abismo, 





Sebatiana ex-alcoolatra

Nelson era um viciado em vários tipos de drogas.

Laudilino ex-presidiário,

Este jovem ex-interno da Fundação Casa, ganhou liberdade agora é membro da UNIVERSAL.

Em seguida foi realizado oração  da fé para libertar as famílias das obras de bruxarias e feitiçaria.





A festa ficou completa com um delicioso almoço servido com carinho para todos  com direito a sobremesa, sorvete . 
















Houve também doação de roupas para as famílias dos internos.

Que o Senhor Jesus abençoe os voluntários e as famílias presente.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Meu marido é evangélico, mas gosta de ver pornografia. Como posso mudar isso?

Meu marido é evangélico, mas gosta de ver pornografia. Como posso mudar isso?

Confira os conselhos que Renato e Cristiane Cardoso deram à aluna


Na edição desta semana, os professores Renato e Cristiane Cardoso responderam à pergunta da aluna Suelen. Ela enfrenta problemas com o companheiro, que é viciado em pornografia. Ele diz que vai parar, mas não cumpre o que promete e, por conta disso, ela não consegue ter intimidade com ele. O que ela deve fazer? Confira a orientação a seguir.
Suelen – Sou casada há sete anos. Tenho 27 anos e meu esposo tem 30 anos. Somos evangélicos, nos casamos e ainda frequentamos a mesma igreja, mas ele é viciado em pornografia e sempre assiste muitos vídeos. Já conversamos e ele sempre diz que vai parar, mas volta a assistir novamente pela internet, TV e até aluga DVDs. Eu já não aguento mais isso, estou muito triste e não consigo mais ter intimidade com ele porque sempre acho que estará pensando nas coisas que assistiu.
Cristiane – Não me parece que seu marido queira parar de ver pornografia, porque ele chega até a alugar DVDs.
Renato – Isso mostra também que o caso dele é sério. Já não é mais um ato recreativo, é uma compulsão sexual, porque ele vê na TV, na internet e aluga DVDs. E isso é o que ela sabe, fora o que não sabe.
Cristiane – E ele está se comportando assim há sete anos, quer dizer que ele não teve nenhuma consequência ruim desse ato, a não ser ela ter brigado com ele e ficado triste. Mas o que ele perdeu com isso? Nada, praticamente. Vocês continuam casados e evangélicos.
Renato – Que isso fique registrado para todos os homens que acham que a pornografia ajuda a apimentar a vida amorosa. Vejam o que essa esposa sente em relação ao marido. Ela diz que não consegue mais ter relação com ele, fica triste porque sempre acha que ele está pensando no que assistiu. Homens, abram suas cabeças, usem a cabeça de cima para pensar: você gostaria que sua esposa, quando se deitasse com você, pensasse em outro homem tendo sexo com ela? Eu não conheço nenhum homem que gostaria, a não ser que seja maluco. Mas é a isso que você, homem que vê pornografia, sujeita a sua esposa, tanto que, em vez dela ficar mais ligada em você, mais excitada durante a relação, ela fica com nojo. Logo, essa tese de que a pornografia apimenta a vida sexual do casal não funciona. Mulher nenhuma gosta de saber que não é suficiente para o marido, assim como o homem também não gostaria de saber que ele não é suficiente para a mulher. Vejam que isso não faz bem para o casamento, é algo altamente egoísta. A pornografia é para quem quer fazer amor consigo mesmo. Por isso que toda pessoa que a consome também é viciada em masturbação. Ela tem que se satisfazer com as próprias mãos, porque normalmente não vai encontrar um parceiro que aceite isso. Fica esse recado para os homens. E, Suelen, você diz que não aguenta mais, mas, se ele está assim e parece não querer ajuda, você tem que forçar a mudança dessa situação. Fale para ele que não aceita mais isso e que, para o relacionamento não acabar, ele terá de buscar ajuda. Se ele estiver disposto, você também estará disposta a continuar com ele e ajudá-lo nessa trajetória até a total libertação desse vício. Você pode apoiá-lo, ser paciente enquanto vir que ele está se esforçando. Mas, se ele insistir nesse erro, você se retira
para não continuar sendo machucada.
Cristiane – Ou seja, você precisa levá-lo a fazer alguma coisa a respeito, em vez de continuar aceitando a desculpa que ele dá de que vai mudar. Ele já mostrou que não tem palavra. Você pode convidá-lo para participar da "Terapia do Amor", também temos um trabalho para a cura de vícios. Muitas pessoas até querem ser curadas do vício, mas não sabem como, porque já tentaram tratamentos e nada resolveu.
Renato – O vício é algo mais forte que você, por isso ele te controla. Se você quer se livrar de um vício, saia da ilusão de que está no controle, porque você não está. Seja o viciado em pornografia, seja em drogas ou em álcool, nenhum deles está no controle. Se algo está te dominando, você precisa de uma força maior para ajudá-lo a se libertar.

 

 

 

 

Próximo do templo de Salomão, jovens internos da Fundação CASA são batizados nas águas.


Jovens assistiram a reunião no Brás, se batizaram e conheceram as instalações do futuro Templo de Salomão

Por Cinthia Meibach









Internos da Fundação Casa são batizados



Jovens infratores que cumprem medidas sócio-educativas na Fundação Casa, no estado de São Paulo, recebem semanalmente o apoio espiritual dos voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus, que levam a eles mensagens de fé e de esperança. Durante os encontros, os internos são orientados, à luz da Bíblia, a manter um bom comportamento dentro e fora da Unidade de Internação. Os voluntários também proporcionam momentos de descontração com a apresentação de peças teatrais e de bandas musicais.
Neste último domingo, algo diferente aconteceu. O juiz responsável pelos internos da Unidade de Bela Vista, localizada na zona norte da capital paulista, liberou quatro jovens para participarem da “Reunião do Encontro com Deus”, na Igreja Universal do Reino de Deus, no bairro do Brás, sob os cuidados de funcionários e do diretor da Unidade, Marcelo José Pogolom.
Durante a reunião, os internos acompanharam com atenção os ensinamentos dados pelo responsável evangelístico da região, bispo Guaracy Santos, que enfatizou a importância de abandonar os maus costumes e começar uma vida longe do pecado. Tocados pelas mensagens de fé e pelas orações, os jovens decidiram se entregar a Deus por meio do batismo nas águas.
Um dos internos, J.M., de 16 anos, que já havia se batizado em outra ocasião, fez questão de relatar a mudança que aconteceu dentro dele, após o batismo nas águas: “Agora que estou batizado no nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, estou aliviado. Eu sinto que toda a maldade que havia dentro de mim saiu dando lugar a uma certeza de que Deus está comigo.”
Após a cerimônia, os adolescentes tomaram café da manhã e receberam mais orações do Coordenador Estadual de Evangelização na Fundação Casa, pastor Geraldo Vilhena. Para ele, poder acompanhar a transformação de vida de cada interno, é algo gratificante. “Procuramos levar aos internos o conforto espiritual, e por causa disso, muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata
Para finalizar a visita, os adolescentes foram levados pelo pastor Geraldo até ao local das futuras instalações do Templo de Salomão (foto acima), onde puderam ter a dimensão do novo templo que está por vir.