quarta-feira, 12 de julho de 2017
sábado, 8 de julho de 2017
FOLHA UNIVERSAL 1993

FOLHA UNIVERSAL 1993



Grupo CALEBE BRASIL no Bloco de Osasco está em AÇÃO:Diz o Bispo Geraldo Vilhena.
Lisa Lynn foi encontrada morta em um hotel no Peru, onde participaria de um desfile
publicado em 26/11/2016 às 00:30.
Por Rafaella Rizzo / Fotos: Reprodução - Thinkstock
Famosa por atuar em várias séries de sucesso, como “Gossip girl”, “Law&Order” e “Ugly Betty”, entre outras, a atriz norte-americana Lisa Lynn, de 52 anos, foi encontrada morta, no dia 15 de novembro último, num hotel no qual estava hospedada em Lima, capital do Peru, onde desfilaria em um evento.
A polícia encontrou o corpo dentro de um armário – ela teria se enforcado com uma saia. No local também havia vários antidepressivos e duas cartas em que a atriz estaria contando os motivos por que iria se matar e os seus problemas com a própria imagem.
Escravos da aparência
Lisa era uma linda mulher e tinha uma carreira de sucesso, algo que milhões de pessoas dariam tudo para ter. Mas isso não foi o suficiente para impedir que ela se achasse feia, sofresse de depressão por conta da sua visão sobre si mesma e visse a morte como a única solução para o seu dilema.
“Enquanto temos pensamentos errados sobre nós mesmos, nos limitamos, nos escondemos e, consequentemente, não usamos a nossa força. Não se resolve esse problema investindo no seu exterior. Por mais que todo mundo aí fora diga que a sua autoestima se eleva ao se cuidar, a verdade é que ela se eleva temporariamente, mas por dentro você ainda não se resolveu”, afirma a escritora Cristiane Cardoso.
Infelizmente, um belo exterior não pode influenciar o nosso interior. A realidade é que o nosso interior é determinante para que tudo ao redor seja belo. E isso não tem só a ver com a sua aparência física, mas com os seus relacionamentos, família, saúde e trabalho. Quando estamos bem conosco mesmos, não é difícil agir para que todo o resto fique bem.
Por isso é necessário não se deixar levar pela opinião da mídia, pelos padrões hollywoodianos (quase que inalcançáveis) e pelos críticos maldosos de plantão. Não se compare com outras mulheres, afinal você é única – o mesmo vale para os homens. Invista em si, no seu relacionamento com Deus e consigo mesmo. Melhore no que é preciso e até mude se for necessário (por você, e não para agradar a outros). Construa um belo interior, seguro e confiante, e, aos poucos, ele refletirá no seu exterior. “Se amar é conseguir transparecer o seu interior no seu exterior”, conclui Cristiane.
Participe das reuniões da Universal e aprenda a desenvolver a beleza que está dentro de você. O restante é consequência. Clique aqui e encontre o templo mais próximo da sua
casa.
Que o Senhor Jesus abençoe estes jovens.
O começo no Brasil
O começo no Brasil
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Por Maiara Máximo / Fotos: Cedidas e Arquivo Pessoal
O Bispo Edir Macedo realizou suas primeiras pregações em um pequeno coreto, no bairro do Méier, subúrbio do Rio de Janeiro. A vontade de falar sobre um Deus Vivo que cura, liberta e transforma o fez renunciar a emprego e sonhos pessoais. De lá para cá, já são 40 anos espalhando a Palavra de Deus por todo o mundo.
Mas o trabalho que começou naquele pequeno coreto e depois passou a ser realizado em uma funerária também se estendeu por todos os Estados brasileiros com uma importante missão: ganhar muitas almas para o Reino de Deus.
Nessas quatro décadas, o trabalho se espalhou por todos os cantos do País. Seja em uma cidade grande, seja em uma pequena, em um bairro afastado ou central, certamente haverá uma Universal de portas abertas para acolher a todos, sem distinção.
Conheça, a seguir, histórias dos desafios e das dificuldades enfrentadas e das conquistas alcançadas no início da Universal em algumas regiões brasileiras. Quem conta os detalhes são os bispos Benedito Alves Costa, Francisco Decothé, Jorge Braz e Sidnei Marques.
Amazonas

Em fevereiro de 1988, em uma reunião com pastores no bairro da Abolição, no Rio de Janeiro, o Bispo Edir Macedo questionou quem teria disposição e fé para iniciar o trabalho da Universal no Estado do Amazonas, começando pela capital, Manaus.
Benedito Alves Costa, que era pastor, aceitou o desafio. “Eu falei que eu iria. E o Bispo, na mesma hora, ressaltou: ‘Você está com três crianças, lá é ilha.’ Eu falei: ‘não tem problema, vamos embora’. No dia seguinte, eu comprei a passagem no voo da Transbrasil para Manaus”.
Hoje, o bispo se recorda de quando deixou a esposa e os filhos no Rio de Janeiro para procurar um local para abrir a igreja. “Nessa ocasião, a Zona Franca de Manaus estava no auge e era difícil arranjar um local, mas conseguimos, com muita luta. Mas havia outro obstáculo: não tínhamos fiador. Eu liguei para o bispo Paulo Guimarães e perguntei se ele conhecia alguém que pudesse ser fiador. Ele me indicou uma pessoa que aceitou.”
A inauguração estava marcada e foi dividida em duas reuniões, às 15 horas e às 19 horas. Mas o local ainda não tinha cadeiras.
Alves poderia trazer os assentos do Rio de Janeiro, mas demoraria de duas a três semanas para chegar.
Foi quando decidiu ir ao centro de Manaus e entrar em uma loja de móveis de escritório. “Me apresentei para a gerente e disse que era pastor da Universal. Contei que iria inaugurar o trabalho na cidade e que gostaria de comprar algumas mesas e cadeiras. Pedi que ela confiasse em mim e prometi pagar. Disse que, se precisasse, eu assinaria uma duplicata ou promissória. Assinei, deixei meu documento. Eu tinha que inaugurar a igreja e Deus colocou aquela mulher para ajudar, para confiar em mim sem nem me conhecer.”
O número de fiéis cresceu rapidamente. No mesmo ano, foi preciso alugar outro espaço, pois as reuniões já contavam com a presença de mais de mil pessoas.
Depois de abrir a primeira Universal em Manaus, Alves levou a Palavra de Deus para outros lugares. Ele voltou para a capital do Amazonas 26 anos depois, como bispo e responsável pelo trabalho no local. “São tantas experiências que não temos nem palavras para contar a grandeza do nosso Deus. O próprio nome já diz: Igreja Universal do Reino de Deus. No lugar aonde Deus chega tem sempre uma multidão para todos nós”, finaliza.
Brasília

O trabalho em Brasília começou em 1987, quando o programa O Despertar da Fé começou a ser transmitido pela antiga TV Bandeirantes. Na época, o pastor Jorge Braz foi enviado para realizar o primeiro núcleo em Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal. “Fui para Brasília em um caminhão Ford F250, de carroceria, e nele levei cadeiras dobráveis. Estava apenas com uma muda de roupa, pois acreditava que voltaria no mesmo dia para São Paulo”, conta.
O núcleo formado por ele reuniu cerca de 300 pessoas. Ao informar a quantidade para a direção da Universal em São Paulo, ele foi orientado a permanecer no local para abrir uma igreja. “Depois de duas semanas fazendo núcleo, consegui arrumar um lugar no centro de Taguatinga, na C8”, relembra.
O local alugado tinha sido um bar, que funcionava como prostíbulo à noite. Isso causou a revolta de muitas pessoas, que achavam absurdo uma igreja funcionar naquele espaço.
“O administrador da cidade à época queria fechar a igreja, alegando que ali era um setor de diversão”, afirma Jorge Braz, que hoje é bispo.
Ele diz que Deus sempre usa alguém para ajudar. Naquele período, uma senhora que frequentava a Universal pediu para que o pastor visitasse a patroa dela, que estava muito doente, com câncer. “Para minha surpresa, quando cheguei para realizar a oração e ungir aquela senhora, contei da dificuldade que estávamos passando. Ela era prima de uma pessoa importante na cidade e ligou na hora para essa pessoa, dizendo que frequentava a Universal e que a igreja não podia fechar”, recorda o bispo Jorge Braz.
Ele sabia das dificuldades que teria de enfrentar, pois o trabalho de evangelização naquele tempo era muito diferente, como ele conta. “Eu me lembro que fazíamos um programa na Rádio Capital e não tínhamos tanto retorno. Então, usávamos o próprio povo para fazer a propaganda boca a boca. Não tínhamos material impresso, não havia Folha Universal. A gente tinha só a pregação.”
Um dos momentos em que a Universal mais cresceu e trouxe multidões foi após a cura de uma mulher. “Uma senhora chegou com lepra, sua pele toda rachava. Os familiares andavam com toalhas, pois a pele dela expelia um líquido sujo e com mau cheiro. Todo mundo conhecia aquela senhora. Teríamos que provar que a nossa fé em Deus resolveria aquele problema. Em dois meses ela estava curada e limpa. A história se espalhou em Brasília e a Universal começou a encher de tal forma que não cabia mais ninguém.”
A partir desse crescimento, o bispo começou a realizar eventos ao ar livre, como o que aconteceu no Ginásio Serejinho, que comportava 5 mil pessoas. Depois disso, os eventos passaram a ser realizados no Serejão, o Estadio Elmo Serejo Freitas.
Só em 1991 é que foi inaugurada a primeira Universal em Brasília, pois as outras ficavam nas cidades-satélites. O próprio Bispo Edir Macedo realizou a inauguração. “Na época, ele fez o seguinte comentário: ‘‘Hoje não precisa acontecer nenhum milagre aqui, pois o maior milagre foi abrir esta igreja. Há 11 anos a gente tenta abrir uma igreja aqui no centro de Brasília”, rememora o bispo Jorge Braz.
Minas Gerais

Em 1981, o bispo Benedito Alves Costa era pastor da Universal no município de Juiz de Fora, em Minas Gerais. “Foi quando o Bispo Edir Macedo me chamou para abrir o trabalho em Belo Horizonte, na Avenida Dom Pedro II, no bairro Carlos Prates. O trabalho foi crescendo a cada dia, o povo foi chegando”, relembra.
Ele conta que logo procurou uma emissora de rádio e conseguiu emplacar um programa às 8 horas da manhã, de segunda-feira a sábado, na Rádio Grande BH. “Depois conseguimos o horário das 22 horas. O número de pessoas que passou a frequentar a Universal aumentava e logo Deus nos concedeu 30 minutos na TV Bandeirante, com o programa O Despertar da Fé. Os milagres chamavam atenção das pessoas que, a cada dia, levavam seus familiares e amigos.”
O bispo, que era pastor na ocasião, se lembra de uma família que participou da reunião de libertação e que lhe fez um desafio. “Seus membros falaram que se eu fosse ao hospital visitar o familiar doente e se ele fosse curado por Jesus, toda a família iria para a igreja. Eu aceitei o desafio e fui com a minha esposa ao hospital. Quando chegamos, os médicos não queriam nos deixar entrar. A mulher doente estava toda inchada, em estado terminal. Eu pedi para a minha esposa ungir a barriga da mulher enferma e nós oramos, com a certeza do milagre. No mesmo instante, ela suspirou e abriu os olhos. O familiar chamou a enfermeira e os médicos. Todos ficaram maravilhados”, afirma.
Todos os integrantes daquela família passaram a fazer parte da Universal.
Depois, ele abriu igrejas nas cidades de Montes Claros, Uberlândia, Governador Valadares, Teófilo Otoni e Sete Lagoas. Todas no Estado de Minas Gerais.
“Hoje vemos a Universal e todo o Estado com uma catedral com capacidade para mais de cinco mil pessoas sentadas. Foram anos de trabalho e de lutas que hoje são vistos por meio da vida de cada pessoa transformada”, finaliza o bispo Alves, que está na Universal há 40 anos e esteve no início da Obra em vários países e Estados brasileiros, inclusive no Amazonas.
Paraná

Hoje bispo, o jovem Sidnei Marques (na foto abaixo, ao lado da esposa Elizabeth Marques) chegou à Universal na década de 1980, quando o trabalho já havia sido iniciado pelo bispo Renato Maduro (in memoriam). “Até então, a igreja ainda não tinha um lugar definido na capital do Paraná, Curitiba. Por isso, o bispo Maduro fazia algumas concentrações de fé em São José dos Pinhais, no antigo Cinema São José, e também em Paranaguá”, conta.
Para o bispo Sidnei, que participou dessas primeiras reuniões, a Universal já dava os primeiros passos no Estado. “Não havia núcleos ou lugar específico, apenas chamávamos as pessoas na hora para uma oração de cura e libertação. Muitas vezes era em praças e até mesmo na casa de alguns membros”, relembra.
No final de 1980, a Universal teve seu primeiro endereço fixo em um barracão, localizado na rua Dr. Muricy, 67, no centro de Curitiba.
O bispo Sidnei teve a oportunidade de ver esse trabalho e participar dele como obreiro e pastor. “No começo, as dificuldades eram muitas. Após encontrar lugar para abrir a igreja, havia a preocupação com gastos fixos, como aluguel, água, luz e manutenção. Era a primeira sede no Paraná e algumas vezes passamos por situações difíceis e privações”, relata.
O trabalho evangelístico era realizado por pequenos grupos, que saíam de casa em casa, visitando os hospitais, fazendo encontros nas praças e distribuindo os folhetos. “Os folhetos começavam com as seguintes palavras ‘Sou um missionário vindo do Rio De Janeiro... Eu era assim e agora sou assim’. Havia uma foto dele de antes e outra atual, seguidas do seu testemunho”, relata.
Em 1986, Sidnei já cuidava da igreja na região de Vila Acordes, em Curitiba. “Na época, o bispo João Batista me deu a responsabilidade de levar um ônibus com os membros e obreiros ao Rio de Janeiro, para a Concentração no Maracanã e Maracanãzinho. Foi a primeira reunião a que eu assisti com o Bispo Edir Macedo e foi maravilhoso ver o brilho nos olhos de todos.”
Atualmente, o bispo Sidnei é o responsável pelo Estado do Paraná.
Pará

Quando o Bispo Francisco Decothé chegou ao Pará, em 1983, o Estado tinha apenas duas igrejas, que estavam abertas havia apenas seis meses. Naquele tempo, a evangelização era feita de porta em porta. “Alguns nos recebiam, mas outros jogavam pedras na igreja, faziam barulho com o som alto dos carros e até colocavam macumba na porta da igreja”, conta
O bispo Decothé recorda que a Universal era invadida por pessoas intolerantes, que quebravam bancos e insultavam os pastores. “Sofríamos muito com a perseguição, pois o povo já tinha suas crenças e era extremamente religioso.”
A situação mudou depois de um episódio marcante. “Eu estava fazendo a reunião quando entraram na igreja com um rapaz amarrado. Ele estava manifestado, tinha quebrado toda a casa e batido em toda a família. Ministramos a oração de libertação e expulsamos o mal que estava naquele corpo. A partir daí, muitos passaram a frequentar a igreja”, finaliza.
Aos domingos, em toda a Universal, bispos, pastores e obreiros clamam para que todos os presentes tenham um encontro com Deus. Se você tem chorado, mesmo que baixinho e sem que as pessoas saibam, se você está cativo por causa de um problema, não deixe de participar, desse dia especial. Veja o endereço da Universal mais próxima da sua casa.






Um café da manhã especial Voluntárias visitam unidades da Fundação CasaAgência Unipress/SPSÃO PAULO – Recentemente, voluntárias que fazem parte da Associação das Mulheres Cristãs (AMC), instituição sem fins lucrativos ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, visitaram duas unidades da Fundação Casa (Piratininga e Brás), em São Paulo, e, na oportunidade, recepcionaram os familiares dos internos com um delicioso café da manhã especial. À medida que chegavam para visitar os parentes, deparavam-se com uma mesa repleta de frutas, sucos e outras guloseimas, tudo preparado especialmente para eles. Segundo o pastor Geraldo Vilhena – responsável pelo trabalho evangelístico nas unidades da Fundação Casa em todo o estado de São Paulo –, presente no evento, juntamente com alguns obreiros da UNIVERSAL, o gesto tem por objetivo colaborar com o bem-estar dessas pessoas. “Em alguns casos, elas passam horas viajando, sem comer absolutamente nada; foi pensando nelas que organizamos essa recepção”, argumentou o pastor, destacando também que, além do café, todos receberam uma oração especial, bem como uma palavra de fé e ânimo.









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Por Maiara Máximo / Fotos: Cedidas e Arquivo Pessoal
O Bispo Edir Macedo realizou suas primeiras pregações em um pequeno coreto, no bairro do Méier, subúrbio do Rio de Janeiro. A vontade de falar sobre um Deus Vivo que cura, liberta e transforma o fez renunciar a emprego e sonhos pessoais. De lá para cá, já são 40 anos espalhando a Palavra de Deus por todo o mundo.
Mas o trabalho que começou naquele pequeno coreto e depois passou a ser realizado em uma funerária também se estendeu por todos os Estados brasileiros com uma importante missão: ganhar muitas almas para o Reino de Deus.
Nessas quatro décadas, o trabalho se espalhou por todos os cantos do País. Seja em uma cidade grande, seja em uma pequena, em um bairro afastado ou central, certamente haverá uma Universal de portas abertas para acolher a todos, sem distinção.
Conheça, a seguir, histórias dos desafios e das dificuldades enfrentadas e das conquistas alcançadas no início da Universal em algumas regiões brasileiras. Quem conta os detalhes são os bispos Benedito Alves Costa, Francisco Decothé, Jorge Braz e Sidnei Marques.
Amazonas

Em fevereiro de 1988, em uma reunião com pastores no bairro da Abolição, no Rio de Janeiro, o Bispo Edir Macedo questionou quem teria disposição e fé para iniciar o trabalho da Universal no Estado do Amazonas, começando pela capital, Manaus.
Benedito Alves Costa, que era pastor, aceitou o desafio. “Eu falei que eu iria. E o Bispo, na mesma hora, ressaltou: ‘Você está com três crianças, lá é ilha.’ Eu falei: ‘não tem problema, vamos embora’. No dia seguinte, eu comprei a passagem no voo da Transbrasil para Manaus”.
Hoje, o bispo se recorda de quando deixou a esposa e os filhos no Rio de Janeiro para procurar um local para abrir a igreja. “Nessa ocasião, a Zona Franca de Manaus estava no auge e era difícil arranjar um local, mas conseguimos, com muita luta. Mas havia outro obstáculo: não tínhamos fiador. Eu liguei para o bispo Paulo Guimarães e perguntei se ele conhecia alguém que pudesse ser fiador. Ele me indicou uma pessoa que aceitou.”
A inauguração estava marcada e foi dividida em duas reuniões, às 15 horas e às 19 horas. Mas o local ainda não tinha cadeiras.
Alves poderia trazer os assentos do Rio de Janeiro, mas demoraria de duas a três semanas para chegar.
Foi quando decidiu ir ao centro de Manaus e entrar em uma loja de móveis de escritório. “Me apresentei para a gerente e disse que era pastor da Universal. Contei que iria inaugurar o trabalho na cidade e que gostaria de comprar algumas mesas e cadeiras. Pedi que ela confiasse em mim e prometi pagar. Disse que, se precisasse, eu assinaria uma duplicata ou promissória. Assinei, deixei meu documento. Eu tinha que inaugurar a igreja e Deus colocou aquela mulher para ajudar, para confiar em mim sem nem me conhecer.”
O número de fiéis cresceu rapidamente. No mesmo ano, foi preciso alugar outro espaço, pois as reuniões já contavam com a presença de mais de mil pessoas.
Depois de abrir a primeira Universal em Manaus, Alves levou a Palavra de Deus para outros lugares. Ele voltou para a capital do Amazonas 26 anos depois, como bispo e responsável pelo trabalho no local. “São tantas experiências que não temos nem palavras para contar a grandeza do nosso Deus. O próprio nome já diz: Igreja Universal do Reino de Deus. No lugar aonde Deus chega tem sempre uma multidão para todos nós”, finaliza.
Brasília

O trabalho em Brasília começou em 1987, quando o programa O Despertar da Fé começou a ser transmitido pela antiga TV Bandeirantes. Na época, o pastor Jorge Braz foi enviado para realizar o primeiro núcleo em Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal. “Fui para Brasília em um caminhão Ford F250, de carroceria, e nele levei cadeiras dobráveis. Estava apenas com uma muda de roupa, pois acreditava que voltaria no mesmo dia para São Paulo”, conta.
O núcleo formado por ele reuniu cerca de 300 pessoas. Ao informar a quantidade para a direção da Universal em São Paulo, ele foi orientado a permanecer no local para abrir uma igreja. “Depois de duas semanas fazendo núcleo, consegui arrumar um lugar no centro de Taguatinga, na C8”, relembra.
O local alugado tinha sido um bar, que funcionava como prostíbulo à noite. Isso causou a revolta de muitas pessoas, que achavam absurdo uma igreja funcionar naquele espaço.
“O administrador da cidade à época queria fechar a igreja, alegando que ali era um setor de diversão”, afirma Jorge Braz, que hoje é bispo.
Ele diz que Deus sempre usa alguém para ajudar. Naquele período, uma senhora que frequentava a Universal pediu para que o pastor visitasse a patroa dela, que estava muito doente, com câncer. “Para minha surpresa, quando cheguei para realizar a oração e ungir aquela senhora, contei da dificuldade que estávamos passando. Ela era prima de uma pessoa importante na cidade e ligou na hora para essa pessoa, dizendo que frequentava a Universal e que a igreja não podia fechar”, recorda o bispo Jorge Braz.
Ele sabia das dificuldades que teria de enfrentar, pois o trabalho de evangelização naquele tempo era muito diferente, como ele conta. “Eu me lembro que fazíamos um programa na Rádio Capital e não tínhamos tanto retorno. Então, usávamos o próprio povo para fazer a propaganda boca a boca. Não tínhamos material impresso, não havia Folha Universal. A gente tinha só a pregação.”
Um dos momentos em que a Universal mais cresceu e trouxe multidões foi após a cura de uma mulher. “Uma senhora chegou com lepra, sua pele toda rachava. Os familiares andavam com toalhas, pois a pele dela expelia um líquido sujo e com mau cheiro. Todo mundo conhecia aquela senhora. Teríamos que provar que a nossa fé em Deus resolveria aquele problema. Em dois meses ela estava curada e limpa. A história se espalhou em Brasília e a Universal começou a encher de tal forma que não cabia mais ninguém.”
A partir desse crescimento, o bispo começou a realizar eventos ao ar livre, como o que aconteceu no Ginásio Serejinho, que comportava 5 mil pessoas. Depois disso, os eventos passaram a ser realizados no Serejão, o Estadio Elmo Serejo Freitas.
Só em 1991 é que foi inaugurada a primeira Universal em Brasília, pois as outras ficavam nas cidades-satélites. O próprio Bispo Edir Macedo realizou a inauguração. “Na época, ele fez o seguinte comentário: ‘‘Hoje não precisa acontecer nenhum milagre aqui, pois o maior milagre foi abrir esta igreja. Há 11 anos a gente tenta abrir uma igreja aqui no centro de Brasília”, rememora o bispo Jorge Braz.
Minas Gerais

Em 1981, o bispo Benedito Alves Costa era pastor da Universal no município de Juiz de Fora, em Minas Gerais. “Foi quando o Bispo Edir Macedo me chamou para abrir o trabalho em Belo Horizonte, na Avenida Dom Pedro II, no bairro Carlos Prates. O trabalho foi crescendo a cada dia, o povo foi chegando”, relembra.
Ele conta que logo procurou uma emissora de rádio e conseguiu emplacar um programa às 8 horas da manhã, de segunda-feira a sábado, na Rádio Grande BH. “Depois conseguimos o horário das 22 horas. O número de pessoas que passou a frequentar a Universal aumentava e logo Deus nos concedeu 30 minutos na TV Bandeirante, com o programa O Despertar da Fé. Os milagres chamavam atenção das pessoas que, a cada dia, levavam seus familiares e amigos.”
O bispo, que era pastor na ocasião, se lembra de uma família que participou da reunião de libertação e que lhe fez um desafio. “Seus membros falaram que se eu fosse ao hospital visitar o familiar doente e se ele fosse curado por Jesus, toda a família iria para a igreja. Eu aceitei o desafio e fui com a minha esposa ao hospital. Quando chegamos, os médicos não queriam nos deixar entrar. A mulher doente estava toda inchada, em estado terminal. Eu pedi para a minha esposa ungir a barriga da mulher enferma e nós oramos, com a certeza do milagre. No mesmo instante, ela suspirou e abriu os olhos. O familiar chamou a enfermeira e os médicos. Todos ficaram maravilhados”, afirma.
Todos os integrantes daquela família passaram a fazer parte da Universal.
Depois, ele abriu igrejas nas cidades de Montes Claros, Uberlândia, Governador Valadares, Teófilo Otoni e Sete Lagoas. Todas no Estado de Minas Gerais.
“Hoje vemos a Universal e todo o Estado com uma catedral com capacidade para mais de cinco mil pessoas sentadas. Foram anos de trabalho e de lutas que hoje são vistos por meio da vida de cada pessoa transformada”, finaliza o bispo Alves, que está na Universal há 40 anos e esteve no início da Obra em vários países e Estados brasileiros, inclusive no Amazonas.
Paraná

Hoje bispo, o jovem Sidnei Marques (na foto abaixo, ao lado da esposa Elizabeth Marques) chegou à Universal na década de 1980, quando o trabalho já havia sido iniciado pelo bispo Renato Maduro (in memoriam). “Até então, a igreja ainda não tinha um lugar definido na capital do Paraná, Curitiba. Por isso, o bispo Maduro fazia algumas concentrações de fé em São José dos Pinhais, no antigo Cinema São José, e também em Paranaguá”, conta.
Para o bispo Sidnei, que participou dessas primeiras reuniões, a Universal já dava os primeiros passos no Estado. “Não havia núcleos ou lugar específico, apenas chamávamos as pessoas na hora para uma oração de cura e libertação. Muitas vezes era em praças e até mesmo na casa de alguns membros”, relembra.
No final de 1980, a Universal teve seu primeiro endereço fixo em um barracão, localizado na rua Dr. Muricy, 67, no centro de Curitiba.
O bispo Sidnei teve a oportunidade de ver esse trabalho e participar dele como obreiro e pastor. “No começo, as dificuldades eram muitas. Após encontrar lugar para abrir a igreja, havia a preocupação com gastos fixos, como aluguel, água, luz e manutenção. Era a primeira sede no Paraná e algumas vezes passamos por situações difíceis e privações”, relata.
O trabalho evangelístico era realizado por pequenos grupos, que saíam de casa em casa, visitando os hospitais, fazendo encontros nas praças e distribuindo os folhetos. “Os folhetos começavam com as seguintes palavras ‘Sou um missionário vindo do Rio De Janeiro... Eu era assim e agora sou assim’. Havia uma foto dele de antes e outra atual, seguidas do seu testemunho”, relata.
Em 1986, Sidnei já cuidava da igreja na região de Vila Acordes, em Curitiba. “Na época, o bispo João Batista me deu a responsabilidade de levar um ônibus com os membros e obreiros ao Rio de Janeiro, para a Concentração no Maracanã e Maracanãzinho. Foi a primeira reunião a que eu assisti com o Bispo Edir Macedo e foi maravilhoso ver o brilho nos olhos de todos.”
Atualmente, o bispo Sidnei é o responsável pelo Estado do Paraná.
Pará

Quando o Bispo Francisco Decothé chegou ao Pará, em 1983, o Estado tinha apenas duas igrejas, que estavam abertas havia apenas seis meses. Naquele tempo, a evangelização era feita de porta em porta. “Alguns nos recebiam, mas outros jogavam pedras na igreja, faziam barulho com o som alto dos carros e até colocavam macumba na porta da igreja”, conta
O bispo Decothé recorda que a Universal era invadida por pessoas intolerantes, que quebravam bancos e insultavam os pastores. “Sofríamos muito com a perseguição, pois o povo já tinha suas crenças e era extremamente religioso.”
A situação mudou depois de um episódio marcante. “Eu estava fazendo a reunião quando entraram na igreja com um rapaz amarrado. Ele estava manifestado, tinha quebrado toda a casa e batido em toda a família. Ministramos a oração de libertação e expulsamos o mal que estava naquele corpo. A partir daí, muitos passaram a frequentar a igreja”, finaliza.
Aos domingos, em toda a Universal, bispos, pastores e obreiros clamam para que todos os presentes tenham um encontro com Deus. Se você tem chorado, mesmo que baixinho e sem que as pessoas saibam, se você está cativo por causa de um problema, não deixe de participar, desse dia especial. Veja o endereço da Universal mais próxima da sua casa.



Grupo CALEBE BRASIL no Bloco de Osasco está em AÇÃO:Diz o Bispo Geraldo Vilhena



Um café da manhã especial Voluntárias visitam unidades da Fundação CasaAgência Unipress/SPSÃO PAULO – Recentemente, voluntárias que fazem parte da Associação das Mulheres Cristãs (AMC), instituição sem fins lucrativos ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, visitaram duas unidades da Fundação Casa (Piratininga e Brás), em São Paulo, e, na oportunidade, recepcionaram os familiares dos internos com um delicioso café da manhã especial. À medida que chegavam para visitar os parentes, deparavam-se com uma mesa repleta de frutas, sucos e outras guloseimas, tudo preparado especialmente para eles. Segundo o pastor Geraldo Vilhena – responsável pelo trabalho evangelístico nas unidades da Fundação Casa em todo o estado de São Paulo –, presente no evento, juntamente com alguns obreiros da UNIVERSAL, o gesto tem por objetivo colaborar com o bem-estar dessas pessoas. “Em alguns casos, elas passam horas viajando, sem comer absolutamente nada; foi pensando nelas que organizamos essa recepção”, argumentou o pastor, destacando também que, além do café, todos receberam uma oração especial, bem como uma palavra de fé e ânimo.









sexta-feira, 7 de julho de 2017
A missão da Folha Universal
A missão da Folha Universal

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Por Jeane Vidal / Fotos: Reprodução e Cedidas
Para os membros da Igreja Universal, receber um exemplar da Folha Universal já faz parte do ritual de todas as manhãs de domingo, quando participam do Encontro com Deus, a principal reunião da Igreja, na qual a edição semanal do jornal é distribuída em primeira mão. São eles, os membros, os primeiros a ler.
E, ao contrário do que acontece com os jornais seculares, que depois de serem lidos são usados para embrulhar frutas nas feiras, limpar vidraças ou forrar o chão durante uma reforma, além de outras infinitas utilidades dadas a eles, com a Folha Universal não é assim. Depois de ler o seu exemplar, o membro da Igreja tem o cuidado de guardá-lo para, na primeira oportunidade, dar a uma pessoa sofrida, conhecida ou não, com o objetivo de evangelizá-la e oferecer a ela a oportunidade de conhecer o trabalho da Universal e, por meio dele, conhecer a Deus.
A Folha Universal é uma das principais e mais importantes ferramentas de evangelização utilizadas pela Igreja, que desde o seu surgimento tem a visão e o entendimento da importância de ter os meios de comunicação como aliados na propagação do Evangelho. Tanto é assim que, já no início da Igreja, era de costume do bispo Edir Macedo (líder e fundador da Universal) alugar espaços nas rádios para fazer programas evangelísticos e promover os cultos que eram realizados. E, assim que foi possível, ele adquiriu a Rádio Copacabana, a primeira de diversas outras que seriam adquiridas no decorrer dos anos.
A primeira equipe
Criado em 1992, no Rio de Janeiro, o jornal Folha Universal começou pequeno, mas com a direção da Igreja já enxergando lá na frente, consciente dos milhões de almas que poderiam e seriam alcançadas por meio dele.
A
equipe se resumia a um editor, dois repórteres, dois diagramadores e um
fotógrafo, segundo conta a jornalista Ana Linhares (na foto acima, na
primeira redação do jornal), que fazia parte dessa equipe . “Eu tinha 22
anos e foi o meu primeiro emprego de carteira assinada. Eu fui a
segunda repórter. Depois a equipe foi aumentando. Nós saíamos na moto do
fotógrafo para fazer as matérias, porque não tinha carro de reportagem
ainda. Com o tempo o jornal foi crescendo, foi se estruturando, as
editorias foram sendo criadas.”
Com tiragem inicial de 100 mil exemplares, a Folha Universal era impressa no formato tabloide, e em duas cores apenas (foto que abre essa matéria). Depois, foi aumentando, até chegar ao que é hoje (foto abaixo) e se tornar o jornal de maior tiragem do Brasil, com mais de 1,8 milhão de exemplares por semana e com uma equipe de mais de 20 profissionais diretamente envolvidos.
Além de atualizar os membros da Universal sobre os eventos e as ações sociais realizados pela Igreja em todo o mundo, o jornal também traz a mensagem de fé do bispo Macedo, reflexões, notícias sobre comportamento, relacionamento, testemunhos e informações sobre acontecimentos no Brasil e no mundo.
Por toda parte
Mas, como foi dito no início dessa reportagem, o jornal foi criado com um propósito ainda maior, que é o de ganhar almas para o Reino de Deus. Para isso, ele é distribuído, principalmente, onde tem uma pessoa aflita, oprimida, doente, desesperançada. E onde estão essas pessoas? Por toda parte: em ruas, becos, comunidades, leitos de hospitais, asilos, orfanatos, leprosários, presídios, aldeias, povoados longínquos e até em mansões cercadas por luxo e conforto, mas que abrigam pessoas angustiadas e oprimidas.
Por intermédio da Folha Universal, milhares de pessoas têm chegado à Universal e conhecido a Deus. É o caso de Amanda Viana Bersan dos Santos, que, aos 14 anos, era uma adolescente triste, angustiada, quando colocou pela primeira vez os pés em uma Universal, após receber um exemplar do jornal e ser convidada para assistir a uma reunião. “Eu estudava ao lado da igreja, e todos os dias eu passava em frente. Um dia, o pastor que estava evangelizando em frente ao templo, me deu o jornal e me convidou para participar daquela reunião. Eu entrei, assisti à reunião, depois fui para casa, li o jornal e a partir desse dia eu nunca mais deixei de ir à Igreja”, relata.
As diversas Anas
E não é só na vida dos leitores que a Folha Universal tem feito a diferença, mas também dos profissionais envolvidos na produção do jornal, que aprendem, crescem como pessoa, desenvolvem a fé e têm experiências com Deus ao ouvir e contar histórias de superação e fé.
Foi o que aconteceu com a repórter Ana Linhares, citada um pouco mais acima. É ela quem conta: “Na época eu não era da Universal nem gostava. Quando me chamaram para fazer a entrevista, a pessoa que me entrevistou perguntou se eu tinha alguma coisa contra a Igreja e eu falei que tinha. Mesmo assim me chamaram e me botaram para ouvir a mensagem do bispo Macedo. Só que aí eu comecei a ouvir e tudo o que eu pensava em termos de Evangelho era justamente o que ele falava, então eu comecei a me interessar, comecei a assistir às reuniões, ler os livros, e foi assim que eu comecei e me tornei membro da Igreja, desde 1993 até hoje.”
Ao contrário de Ana Linhares, a jornalista Ana Carolina Cury (foto abaixo), que está na equipe desde 2013, conta que nunca teve preconceito em relação ao trabalho da Universal, pelo contrário, até gostava. Contratada a princípio para trabalhar na TV Universal, logo passou a ser repórter também da Rede Aleluia de rádio, e só depois veio para a Folha Universal.
“Sempre fui muito curiosa, mas eu me converti mesmo depois que comecei a trabalhar na rádio. Nos intervalos, eu tirava muitas dúvidas com os bispos, especialmente com o bispo Jadson (Santos), que me orientava muito, e isso foi despertando uma curiosidade em relação à fé. Foi assim que comecei. Quando eu vim para cá (para a Folha Universal) eu já estava frequentando a Igreja, mas não tinha me batizado.”
Ana
Carolina conta que foi escrevendo para os leitores da Folha Universal
que pôde conhecer mais a fundo o trabalho da Igreja. “Pude ver o quão é
grandioso esse trabalho, porque o jornal tem a maior tiragem do País, e
chega a lugares que nem carro chega. Além disso, a cada matéria eu
comecei a aprender mais e mais, não só sobre comportamento, mas,
principalmente, sobre fé. Eu falo que trabalhar aqui é diferenciado
porque tem um propósito maior, que é ajudar pessoas, salvar almas, e
isso é grandioso. É o meu combustível. A gente vê de perto a seriedade
do trabalho da Igreja, o compromisso com as pessoas, o compromisso com
as almas.”
Em outubro de 2015, ela tomou a decisão de se batizar nas águas, e hoje fala sobre como o seu trabalho teve um papel importante para levá-la a conhecer a verdadeira fé. “De lá para cá eu vejo um amadurecimento muito grande em relação à fé. No jornal eu aprendo todo dia. A cada matéria que eu escrevo eu aprendo mais. Mais sobre a vida, mais sobre comportamento, mais sobre a vida espiritual. E poder passar isso para as pessoas é um presente sem preço.”
Para Carol – como é carinhosamente chamada pelos colegas na redação –, além de lhe abençoar com um emprego, Deus tinha um propósito maior na vida dela quando a trouxe para trabalhar nas mídias da Universal. “Deus faz as coisas no tempo certo. Eu ter vindo trabalhar aqui não foi por acaso. Foi esse caminho que Deus usou para me levar até Ele. E o jornal veio consagrar isso, toda essa experiência de poder passar não só palavras, informações, mas também espírito nas nossas matérias.”
Elas são apenas duas entre inúmeras Anas que conheceram e ainda conhecerão a Deus por intermédio desse trabalho. Não só o da Folha Universal, mas de todas as outras ferramentas utilizadas na Obra de Deus, cujo o único objetivo é cumprir a ordem do Senhor Jesus: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura.” Marcos 16.15
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Por Jeane Vidal / Fotos: Reprodução e Cedidas
Para os membros da Igreja Universal, receber um exemplar da Folha Universal já faz parte do ritual de todas as manhãs de domingo, quando participam do Encontro com Deus, a principal reunião da Igreja, na qual a edição semanal do jornal é distribuída em primeira mão. São eles, os membros, os primeiros a ler.
E, ao contrário do que acontece com os jornais seculares, que depois de serem lidos são usados para embrulhar frutas nas feiras, limpar vidraças ou forrar o chão durante uma reforma, além de outras infinitas utilidades dadas a eles, com a Folha Universal não é assim. Depois de ler o seu exemplar, o membro da Igreja tem o cuidado de guardá-lo para, na primeira oportunidade, dar a uma pessoa sofrida, conhecida ou não, com o objetivo de evangelizá-la e oferecer a ela a oportunidade de conhecer o trabalho da Universal e, por meio dele, conhecer a Deus.
A Folha Universal é uma das principais e mais importantes ferramentas de evangelização utilizadas pela Igreja, que desde o seu surgimento tem a visão e o entendimento da importância de ter os meios de comunicação como aliados na propagação do Evangelho. Tanto é assim que, já no início da Igreja, era de costume do bispo Edir Macedo (líder e fundador da Universal) alugar espaços nas rádios para fazer programas evangelísticos e promover os cultos que eram realizados. E, assim que foi possível, ele adquiriu a Rádio Copacabana, a primeira de diversas outras que seriam adquiridas no decorrer dos anos.
A primeira equipe
Criado em 1992, no Rio de Janeiro, o jornal Folha Universal começou pequeno, mas com a direção da Igreja já enxergando lá na frente, consciente dos milhões de almas que poderiam e seriam alcançadas por meio dele.
A
equipe se resumia a um editor, dois repórteres, dois diagramadores e um
fotógrafo, segundo conta a jornalista Ana Linhares (na foto acima, na
primeira redação do jornal), que fazia parte dessa equipe . “Eu tinha 22
anos e foi o meu primeiro emprego de carteira assinada. Eu fui a
segunda repórter. Depois a equipe foi aumentando. Nós saíamos na moto do
fotógrafo para fazer as matérias, porque não tinha carro de reportagem
ainda. Com o tempo o jornal foi crescendo, foi se estruturando, as
editorias foram sendo criadas.”Com tiragem inicial de 100 mil exemplares, a Folha Universal era impressa no formato tabloide, e em duas cores apenas (foto que abre essa matéria). Depois, foi aumentando, até chegar ao que é hoje (foto abaixo) e se tornar o jornal de maior tiragem do Brasil, com mais de 1,8 milhão de exemplares por semana e com uma equipe de mais de 20 profissionais diretamente envolvidos.
Além de atualizar os membros da Universal sobre os eventos e as ações sociais realizados pela Igreja em todo o mundo, o jornal também traz a mensagem de fé do bispo Macedo, reflexões, notícias sobre comportamento, relacionamento, testemunhos e informações sobre acontecimentos no Brasil e no mundo.
Por toda parte
Mas, como foi dito no início dessa reportagem, o jornal foi criado com um propósito ainda maior, que é o de ganhar almas para o Reino de Deus. Para isso, ele é distribuído, principalmente, onde tem uma pessoa aflita, oprimida, doente, desesperançada. E onde estão essas pessoas? Por toda parte: em ruas, becos, comunidades, leitos de hospitais, asilos, orfanatos, leprosários, presídios, aldeias, povoados longínquos e até em mansões cercadas por luxo e conforto, mas que abrigam pessoas angustiadas e oprimidas.
Por intermédio da Folha Universal, milhares de pessoas têm chegado à Universal e conhecido a Deus. É o caso de Amanda Viana Bersan dos Santos, que, aos 14 anos, era uma adolescente triste, angustiada, quando colocou pela primeira vez os pés em uma Universal, após receber um exemplar do jornal e ser convidada para assistir a uma reunião. “Eu estudava ao lado da igreja, e todos os dias eu passava em frente. Um dia, o pastor que estava evangelizando em frente ao templo, me deu o jornal e me convidou para participar daquela reunião. Eu entrei, assisti à reunião, depois fui para casa, li o jornal e a partir desse dia eu nunca mais deixei de ir à Igreja”, relata.
As diversas Anas
E não é só na vida dos leitores que a Folha Universal tem feito a diferença, mas também dos profissionais envolvidos na produção do jornal, que aprendem, crescem como pessoa, desenvolvem a fé e têm experiências com Deus ao ouvir e contar histórias de superação e fé.
Foi o que aconteceu com a repórter Ana Linhares, citada um pouco mais acima. É ela quem conta: “Na época eu não era da Universal nem gostava. Quando me chamaram para fazer a entrevista, a pessoa que me entrevistou perguntou se eu tinha alguma coisa contra a Igreja e eu falei que tinha. Mesmo assim me chamaram e me botaram para ouvir a mensagem do bispo Macedo. Só que aí eu comecei a ouvir e tudo o que eu pensava em termos de Evangelho era justamente o que ele falava, então eu comecei a me interessar, comecei a assistir às reuniões, ler os livros, e foi assim que eu comecei e me tornei membro da Igreja, desde 1993 até hoje.”
Ao contrário de Ana Linhares, a jornalista Ana Carolina Cury (foto abaixo), que está na equipe desde 2013, conta que nunca teve preconceito em relação ao trabalho da Universal, pelo contrário, até gostava. Contratada a princípio para trabalhar na TV Universal, logo passou a ser repórter também da Rede Aleluia de rádio, e só depois veio para a Folha Universal.
“Sempre fui muito curiosa, mas eu me converti mesmo depois que comecei a trabalhar na rádio. Nos intervalos, eu tirava muitas dúvidas com os bispos, especialmente com o bispo Jadson (Santos), que me orientava muito, e isso foi despertando uma curiosidade em relação à fé. Foi assim que comecei. Quando eu vim para cá (para a Folha Universal) eu já estava frequentando a Igreja, mas não tinha me batizado.”
Ana
Carolina conta que foi escrevendo para os leitores da Folha Universal
que pôde conhecer mais a fundo o trabalho da Igreja. “Pude ver o quão é
grandioso esse trabalho, porque o jornal tem a maior tiragem do País, e
chega a lugares que nem carro chega. Além disso, a cada matéria eu
comecei a aprender mais e mais, não só sobre comportamento, mas,
principalmente, sobre fé. Eu falo que trabalhar aqui é diferenciado
porque tem um propósito maior, que é ajudar pessoas, salvar almas, e
isso é grandioso. É o meu combustível. A gente vê de perto a seriedade
do trabalho da Igreja, o compromisso com as pessoas, o compromisso com
as almas.”Em outubro de 2015, ela tomou a decisão de se batizar nas águas, e hoje fala sobre como o seu trabalho teve um papel importante para levá-la a conhecer a verdadeira fé. “De lá para cá eu vejo um amadurecimento muito grande em relação à fé. No jornal eu aprendo todo dia. A cada matéria que eu escrevo eu aprendo mais. Mais sobre a vida, mais sobre comportamento, mais sobre a vida espiritual. E poder passar isso para as pessoas é um presente sem preço.”
Para Carol – como é carinhosamente chamada pelos colegas na redação –, além de lhe abençoar com um emprego, Deus tinha um propósito maior na vida dela quando a trouxe para trabalhar nas mídias da Universal. “Deus faz as coisas no tempo certo. Eu ter vindo trabalhar aqui não foi por acaso. Foi esse caminho que Deus usou para me levar até Ele. E o jornal veio consagrar isso, toda essa experiência de poder passar não só palavras, informações, mas também espírito nas nossas matérias.”
Elas são apenas duas entre inúmeras Anas que conheceram e ainda conhecerão a Deus por intermédio desse trabalho. Não só o da Folha Universal, mas de todas as outras ferramentas utilizadas na Obra de Deus, cujo o único objetivo é cumprir a ordem do Senhor Jesus: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura.” Marcos 16.15
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Grupo CALEBE BRASIL no Bloco de Osasco está em AÇÃO:Diz o Bispo Geraldo Vilhena
segunda-feira, 3 de julho de 2017
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