sexta-feira, 7 de julho de 2017

A missão da Folha Universal

A missão da Folha Universal


add

comment0
Por Jeane Vidal / Fotos: Reprodução e Cedidas



Para os membros da Igreja Universal, receber um exemplar da Folha Universal já faz parte do ritual de todas as manhãs de domingo, quando participam do Encontro com Deus, a principal reunião da Igreja, na qual a edição semanal do jornal é distribuída em primeira mão. São eles, os membros, os primeiros a ler.

E, ao contrário do que acontece com os jornais seculares, que depois de serem lidos são usados para embrulhar frutas nas feiras, limpar vidraças ou forrar o chão durante uma reforma, além de outras infinitas utilidades dadas a eles, com a Folha Universal não é assim. Depois de ler o seu exemplar, o membro da Igreja tem o cuidado de guardá-lo para, na primeira oportunidade, dar a uma pessoa sofrida, conhecida ou não, com o objetivo de evangelizá-la e oferecer a ela a oportunidade de conhecer o trabalho da Universal e, por meio dele, conhecer a Deus.

A Folha Universal é uma das principais e mais importantes ferramentas de evangelização utilizadas pela Igreja, que desde o seu surgimento tem a visão e o entendimento da importância de ter os meios de comunicação como aliados na propagação do Evangelho. Tanto é assim que, já no início da Igreja, era de costume do bispo Edir Macedo (líder e fundador da Universal) alugar espaços nas rádios para fazer programas evangelísticos e promover os cultos que eram realizados. E, assim que foi possível, ele adquiriu a Rádio Copacabana, a primeira de diversas outras que seriam adquiridas no decorrer dos anos.

A primeira equipe

Criado em 1992, no Rio de Janeiro, o jornal Folha Universal começou pequeno, mas com a direção da Igreja já enxergando lá na frente, consciente dos milhões de almas que poderiam e seriam alcançadas por meio dele.

A equipe se resumia a um editor, dois repórteres, dois diagramadores e um fotógrafo, segundo conta a jornalista Ana Linhares (na foto acima, na primeira redação do jornal), que fazia parte dessa equipe . “Eu tinha 22 anos e foi o meu primeiro emprego de carteira assinada. Eu fui a segunda repórter. Depois a equipe foi aumentando. Nós saíamos na moto do fotógrafo para fazer as matérias, porque não tinha carro de reportagem ainda. Com o tempo o jornal foi crescendo, foi se estruturando, as editorias foram sendo criadas.”

Com tiragem inicial de 100 mil exemplares, a Folha Universal era impressa no formato tabloide, e em duas cores apenas (foto que abre essa matéria). Depois, foi aumentando, até chegar ao que é hoje (foto abaixo) e se tornar o jornal de maior tiragem do Brasil, com mais de 1,8 milhão de exemplares por semana e com uma equipe de mais de 20 profissionais diretamente envolvidos.

Além de atualizar os membros da Universal sobre os eventos e as ações sociais realizados pela Igreja em todo o mundo, o jornal também traz a mensagem de fé do bispo Macedo, reflexões, notícias sobre comportamento, relacionamento, testemunhos e informações sobre acontecimentos no Brasil e no mundo.

Por toda parte

Mas, como foi dito no início dessa reportagem, o jornal foi criado com um propósito ainda maior, que é o de ganhar almas para o Reino de Deus. Para isso, ele é distribuído, principalmente, onde tem uma pessoa aflita, oprimida, doente, desesperançada. E onde estão essas pessoas? Por toda parte: em ruas, becos, comunidades, leitos de hospitais, asilos, orfanatos, leprosários, presídios, aldeias, povoados longínquos e até em mansões cercadas por luxo e conforto, mas que abrigam pessoas angustiadas e oprimidas.

Por intermédio da Folha Universal, milhares de pessoas têm chegado à Universal e conhecido a Deus. É o caso de Amanda Viana Bersan dos Santos, que, aos 14 anos, era uma adolescente triste, angustiada, quando colocou pela primeira vez os pés em uma Universal, após receber um exemplar do jornal e ser convidada para assistir a uma reunião. “Eu estudava ao lado da igreja, e todos os dias eu passava em frente. Um dia, o pastor que estava evangelizando em frente ao templo, me deu o jornal e me convidou para participar daquela reunião. Eu entrei, assisti à reunião, depois fui para casa, li o jornal e a partir desse dia eu nunca mais deixei de ir à Igreja”, relata.

 

As diversas Anas

E não é só na vida dos leitores que a Folha Universal tem feito a diferença, mas também dos profissionais envolvidos na produção do jornal, que aprendem, crescem como pessoa, desenvolvem a fé e têm experiências com Deus ao ouvir e contar histórias de superação e fé.

Foi o que aconteceu com a repórter Ana Linhares, citada um pouco mais acima. É ela quem conta: “Na época eu não era da Universal nem gostava. Quando me chamaram para fazer a entrevista, a pessoa que me entrevistou perguntou se eu tinha alguma coisa contra a Igreja e eu falei que tinha. Mesmo assim me chamaram e me botaram para ouvir a mensagem do bispo Macedo. Só que aí eu comecei a ouvir e tudo o que eu pensava em termos de Evangelho era justamente o que ele falava, então eu comecei a me interessar, comecei a assistir às reuniões, ler os livros, e foi assim que eu comecei e me tornei membro da Igreja, desde 1993 até hoje.”

Ao contrário de Ana Linhares, a jornalista Ana Carolina Cury (foto abaixo), que está na equipe desde 2013, conta que nunca teve preconceito em relação ao trabalho da Universal, pelo contrário, até gostava. Contratada a princípio para trabalhar na TV Universal, logo passou a ser repórter também da Rede Aleluia de rádio, e só depois veio para a Folha Universal.

“Sempre fui muito curiosa, mas eu me converti mesmo depois que comecei a trabalhar na rádio. Nos intervalos, eu tirava muitas dúvidas com os bispos, especialmente com o bispo Jadson (Santos), que me orientava muito, e isso foi despertando uma curiosidade em relação à fé. Foi assim que comecei. Quando eu vim para cá (para a Folha Universal) eu já estava frequentando a Igreja, mas não tinha me batizado.”

Ana Carolina conta que foi escrevendo para os leitores da Folha Universal que pôde conhecer mais a fundo o trabalho da Igreja. “Pude ver o quão é grandioso esse trabalho, porque o jornal tem a maior tiragem do País, e chega a lugares que nem carro chega. Além disso, a cada matéria eu comecei a aprender mais e mais, não só sobre comportamento, mas, principalmente, sobre fé. Eu falo que trabalhar aqui é diferenciado porque tem um propósito maior, que é ajudar pessoas, salvar almas, e isso é grandioso. É o meu combustível. A gente vê de perto a seriedade do trabalho da Igreja, o compromisso com as pessoas, o compromisso com as almas.”

Em outubro de 2015, ela tomou a decisão de se batizar nas águas, e hoje fala sobre como o seu trabalho teve um papel importante para levá-la a conhecer a verdadeira fé. “De lá para cá eu vejo um amadurecimento muito grande em relação à fé. No jornal eu aprendo todo dia. A cada matéria que eu escrevo eu aprendo mais. Mais sobre a vida, mais sobre comportamento, mais sobre a vida espiritual. E poder passar isso para as pessoas é um presente sem preço.”

Para Carol – como é carinhosamente chamada pelos colegas na redação –, além de lhe abençoar com um emprego, Deus tinha um propósito maior na vida dela quando a trouxe para trabalhar nas mídias da Universal. “Deus faz as coisas no tempo certo. Eu ter vindo trabalhar aqui não foi por acaso. Foi esse caminho que Deus usou para me levar até Ele. E o jornal veio consagrar isso, toda essa experiência de poder passar não só palavras, informações, mas também espírito nas nossas matérias.”

Elas são apenas duas entre inúmeras Anas que conheceram e ainda conhecerão a Deus por intermédio desse trabalho. Não só o da Folha Universal, mas de todas as outras ferramentas utilizadas na Obra de Deus, cujo o único objetivo é cumprir a ordem do Senhor Jesus: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura.” Marcos 16.15

Compartilhe nas redes sociais.
















 

 

Grupo CALEBE BRASIL no Bloco de Osasco está em AÇÃO:Diz o Bispo Geraldo Vilhena


quinta-feira, 29 de junho de 2017

Deputado distribui documento com conteúdo pornográfico na Câmara

Deputado distribui documento com conteúdo pornográfico na Câmara
Conheça o caso e os males que o vício em pornografia pode causar

publicado em 26/06/2017 às 00:15.

Por Andre Batista / Imagem: Thinkstock


Tags: pornografia vício








O deputado Ramon Perez está há pouco na Câmara dos Deputados do estado de Rhode Island, Estados Unidos, e já ganhou os noticiários internacionais. Infelizmente, não foi por uma boa proposta ou por defender os interesses de seu povo, mas, sim, por um comportamento nada convencional.

O incidente aconteceu na quarta-feira, dia 7 de junho, quando o deputado tirou o print da tela de seu computador a fim de apresentar a pesquisa a seus companheiros legisladores. Descuidadamente, no print aparecia não apenas a pesquisa feita, como também as outras abas de internet que estavam abertas no momento, incluindo sites pornográficos.

Perez imprimiu aquela página e pediu para seu auxiliar tirar cópias e distribuir entre os outros deputados que votariam o projeto no qual ele estava trabalhando. Após perceber o problema, ele mandou recolher todas as cópias e afirmou à imprensa que não foi ele, mas um amigo quem fez a pesquisa e visitou sites pornográficos durante o expediente. Já era tarde demais.

“Agora eu acredito que todos estão me olhando de maneira diferente”, afirmou o deputado ao canal de TV WPRI. “Eu nunca tive de lidar com uma situação como essa antes”.

O deputado, em seu primeiro ano de mandato, virou notícia no mundo inteiro tendo sua imagem associada à pornografia.

Se não foi ele, está tudo bem?

Ramon Perez também disse em sua página no Facebook que esse suposto engano foi cometido por um amigo. Entretanto, tal situação traz um questionamento: será que o deputado, ou o amigo dele, não é viciado em pornografia, assim como milhares de homens e mulheres?

Essa resposta nós não temos, pois somente quem acessou tais páginas poderá dar. Mas o fato é que o vício em pornografia está presente entre os homens que votam leis no país mais poderoso do mundo, tanto quanto está presente nos subúrbios brasileiros ou de qualquer outro lugar.

Hoje, a indústria pornográfica movimenta mais de 97 bilhões de dólares por ano, de acordo com a revista de notícias The Week. A pesquisa realizada pela revista aponta que mais de 76 milhões de sites ativos no mundo são destinados a esse tipo de conteúdo, somando 12% de todos os endereços eletrônicos registrados.

Todo esse dinheiro é ganho por pessoas que exploram problemas espirituais de outras pessoas. Um estudo da organização Treasures mostra que 90% das mulheres que trabalham nessa indústria foram abusadas sexualmente quando eram crianças. Já nos famosos “vídeos e fotos vazados” de pessoas que não fazem parte dessa indústria, 90% das vítimas são mulheres.

De acordo com a Universidade de Cambridge, a pornografia age no cérebro exatamente como uma droga química: o dependente deixa de saber discernir entre o certo e o errado e se arrisca a provocar situações cada vez mais problemáticas. O vício é tão poderoso que, ainda de acordo com a The Week, 20% dos homens consomem esse tipo de conteúdo durante o expediente.

“A pornografia pode causar dependência e fazer o usuário descer aos mais baixos níveis morais, como fazem as drogas ilícitas”, afirma o escritor Renato Cardoso, autor do livro “Casamento Blindado”. “A maioria das pessoas classifica a pornografia como algo inofensivo, afinal, que mal um simples vídeo de um minuto ou uma imagem sensual pode causar? ”, questiona.

O problema é que, apesar de o viciado não enxergar, a pornografia pode trazer diversos problemas: profissionais (como no caso de Ramon Perez, que perdeu sua credibilidade diante de seus colegas de Câmara e da população), conjugais (já que a pornografia também é uma forma de infidelidade) e até mesmo espirituais (pois, sendo um vício, é incentivado pelo espírito do vício).

“É preciso entender a importância de se ter limites em tudo na vida. Estamos acostumados em determinar limites para as crianças, mas são os adultos que mais têm necessidade deles. Mesmo que tenhamos toda a liberdade para escolher a programação da TV e da internet, os amigos e as formas de entretenimento, precisamos determinar a fronteira do que é saudável ou não para nós”, conclui Renato.

Não espere que a pornografia cause maiores transtornos em sua vida. Procure agora mesmo ajuda para se livrar do vício, participando do Tratamento Para a Cura dos Vícios, na Universal.














 




Grupo CALEBE BRASIL no Bloco de Osasco está em AÇÃO:Diz o Bispo Geraldo Vilhena




Batismo nas águas: primeiro a pessoa se arrepende dos pecados; em seguida é levada ao batismo nas águas.



Muitas pessoas têm confundido novo nascimento com batismo no Espírito Santo. Pode alguém ser batizado com o Espírito Santo sem antes ter nascido de novo?
Parece pergunta uma tola. Mas o fato é que os nascidos da carne não usam a fé inteligente e chegam até mesmo a acreditar nisso. É impossível alguém receber o batismo com o Espírito Santo sem que antes tenha nascido de novo. Pois como pode alguém ser selado no Espírito antes de nascer de novo?
Primeiro se nasce do Espírito e depois vem o batismo no Espírito Santo. O mesmo se dá em relação ao batismo nas águas: primeiro a pessoa se arrepende dos pecados; em seguida é levada ao batismo nas águas.
Pois como pode alguém ser batizado nas águas sem ter se arrependido?
É verdade que na prática isso tem acontecido muito. Porém, não há nenhum resultado prático. Isto é, não há novidade de vida após esse tipo de batismo. Porque o pecador entrou nas águas batismais seco e saiu molhado. Nada além disso! Ele continua com o estado original apesar de ter sido “batizado nas águas”.
O que tem de gente batizado e não convertido é inumerável.
O mesmo se dá em relação ao batismo com o Espírito Santo.
O falar em línguas estranhas não garante o batismo no Espírito. Mas, sim, os seus frutos… O batizado no Espírito recebe poder, não apenas para ajudar o semelhante, mas sobretudo servir como referencial do Senhor Jesus no mundo.
Após ter ressuscitado apareceu Jesus entre os discípulos.
"Ele então soprou sobre eles dizendo: recebei o Espírito Santo." ( João 20.22 )
Naquela oportunidade os discípulos nasceram do Espírito. Mas o batismo deles só aconteceu ao cumprir-se o dia de Pentecostes. ( Atos 2.1 )
 

UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA





 

Nesta última terça-feira, voluntários da Igreja UNIVERSAL , estiveram presentes da Unidade da Fundação Casa foi realizando batismo nas águas , levaram uma noite que vai ficar gravado em muitos corações, para realizar o batismo nas Águas esteve presente o bispo Geraldo Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização nas unidades da Fundação Casa, que fez orações de libertação, para que houvesse uma transformação na vida de cada adolescente, após a oração de libertação explicou sobre o batismo nas águas, a importância de nascer de novo,de sepultar a velha criatura, de levar uma vida reta longe das más amizades e das drogas, Após a palavra os adolescentes foram levados para se batizarem nas águas, o Pastor orientou a todos e perguntou, se estavam cientes do passo que eles iriam dar, um passo rumo a salvação, disse que no decorrer da vida, eles poderiam até cair um dia, mais não poderiam ficar caidos, da mesma forma, em que Jesus no caminho do cálvario caiu várias vezes, mais não ficou caído, levantou-se e proseguiu para o destino. e todos foram batizados, em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo. É ao total foram batizados seis jovens, na medida em que cada um desciam as águas subiam radiantes de alegria. Embora a sociedade em si não acredite, na recuperação desses jovens, A UNIVERSAL acredita e realiza este trabalho que tem salvado muitas almas. Para finalizar os funcionários agradeceram a nossa presença e relataram uma mudança após o trabalho que vem sendo realizado na Fundação Casa, e a mudança é notória foi vista através do batismo nas águas

quarta-feira, 28 de junho de 2017

DNA

DNA















































Grupo CALEBE BRASIL no Bloco de Osasco está em AÇÃO:Diz o Bispo Geraldo Vilhena